Tenistas sem lesões

Jogar tênis é um atividade extremamente prazerosa, tanto para amadores quanto para profissionais. Além de exercitar diversos músculos e treinar a parte aeróbica, é um esporte bastante sociável, que pode ser praticado em qualquer idade.

 

O fabuloso tenista Gustavo Kuerten popularizou o tênis no Brasil quando despontou no circuito profissional em 1997, com raquetadas precisas e velozes. Atualmente, outros ídolos inspiram com seus inúmeros recordes, como os incríveis Roger Federer e Rafael Nadal. O jogo, de origem inglesa, é um esporte olímpico e muito praticado em clubes e condomínios. Contudo, essa agradável atividade pode gerar lesões nos cotovelos, punhos e mãos, o que merece atenção especial para que o praticante possa continuar curtindo jogar seu tênis.

 

 Quais as lesões que mais atingem as mãos e braços dos tenistas?

 

A lesão mais comum e conhecida é o “Cotovelo de Tenista” ou Epicondilite

Lateral do Cotovelo. Ela ocorre por uso excessivo dos músculos do antebraço, aqueles usados para absorver o impacto da bola na raquete, e atinge a parte externa do cotovelo (onde os tendões se originam). O principal sintoma é dor nesse local que pode irradiar pelo antebraço e punho. O tratamento passa por suspensão temporária da prática do tênis, fisioterapia, medicamentos e, em casos mais graves, intervenção cirúrgica.

 

Outras lesões podem atingir os punhos dos praticantes do tênis:

  • Lesão na fibrocartilagem triangular: afeta o lado do dedo mindinho do punho. Ocorre por excesso de força no punho ou torções desfavoráveis. Pode ser tratada com repouso e imobilização.

 

  • Lesão no gancho do hamato: é um pequeno osso que fica do lado de fora do punho, no mesmo lado do mindinho. Ele tem a forma de um gancho que se projeta para fora e por isso é mais suscetível a fraturas. Usar um protetor de punho é uma boa ideia para prevenir essa lesão.

 

  • Tendinite no punho: a Síndrome de Quervain é uma inflamação dos tendões do polegar pela compressão dos mesmos. A tendinite ECU é uma inflamação no tendão extensor ulnar do carpo, causada principalmente por movimentos que flexionam a mão para trás. Repouso, imobilização, fisioterapia e medicamentos podem resolver.

 

Mas como prevenir essas lesões?

 

O fortalecimento adequado da musculatura das costas, antebraços e mãos,

aquecer e alongar a mesma antes e depois da prática e usar acessórios adequados como a raquete do tamanho certo e com a tensão do encordoamento mais baixa, podem ajudar a prevenir essas lesões. O importante é, em caso de dor, procurar um médico ortopedista especialista em mãos para o tratamento adequado e retorno o mais rápido possível para os animados treinos de tênis.

 

Porque mãos dadas podem mais.

 

* Dr. Breno Schor é ortopedista e médico do esporte do Instituto Vita e colaborou com o texto.

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