Malformações nas mãos do bebê: o que fazer?

As malformações congênitas das mãos do bebê acontecem durante as primeiras 8 semanas de gravidez, na fase de embrião. Normalmente são identificadas ainda durante a gestação, através do exame de ultrassom morfológico, que permite visualizar o bebê dentro do útero. Porém, muitas vezes o exame não detecta pequenas lesões, que serão percebidas apenas após o nascimento.


Quando há alguma anormalidade naquelas pequenas mãozinhas, isso naturalmente gera uma grande preocupação aos pais. Afinal, todos projetam o melhor para o futuro de seus filhos e desejam que eles possam realizar tudo o que quiserem, sem perdas funcionais ou estéticas.



Malformações nas mãos são hereditárias?


Algumas malformações são hereditárias, isto é, são “transmitidas” pelos pais aos seus filhos. Alguns exemplos são a duplicação do polegar, deficiência central ou mão dividida, a polidactilia (quando a criança apresenta mais do que cinco dedos), algumas sindactilias (quando os dedos são unidos) e algumas mãos com deficiência radial.



Devo me preocupar com a saúde geral do meu bebê?


A maioria das malformações das mãos não se associa a problemas em outros órgãos, mas, em alguns casos, também pode envolver síndromes graves e complexas, com outras alterações como cardiopatias, malformações do tubo digestivo e do sistema nervoso central.


Quando procurar o especialista?


Procure um ortopedista cirurgião de mão o quanto antes. Ele poderá fazer o diagnóstico e orientar o melhor tratamento, com uso órteses e terapias especiais. e o momento ideal para a cirurgia, se necessária.


O tratamento é totalmente individualizado, conforme o tipo de deformidade, grau da perda da funcionalidade e comprometimento dos ossos, sendo que o objetivo principal do cirurgião é melhorar a função da mão, para aumento da amplitude e coordenação dos movimentos, além da melhoria da estética.


A correção das deformidades deve ser feita o quanto antes, pois os resultados funcionais na vida adulta serão melhores quando comparados à não correção ou a correções tardias.


Conte com a ajuda do especialista para vencer esta etapa sensível da vida do seu filho.

Porque mãos dadas podem mais.

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